Freixo e as mensagens

O presente texto nada tem a ver com o cacete na escola sem partido ou com qualquer outra defesa de um eventual governo PSOL, mas sim com a enxurrada de compartilhamentos que recebi do artigo do Elio Gaspari, publicado no Globo de ontem, 5/10, todos provenientes de militantes do sol e da liberdade.
Ocorre que a denúncia de que uma das famílias que compõem a cúpula do PMDB estaria sustentando a estratégia do patrocínio velado a Freixo com vistas a um triunfal retorno por cima da carne seca, forma uma sinuca de bico à esquerda.
Isso porque garantiria um governo dito ruinoso, para o qual concorreria a esmagadora maioria da oposição. O tal apocalipse anunciado configuraria o alicerce da retomada do município e até do estado falido.
O que pretendem os militantes das redes sociais ao darem projeção à coluna do jornal golpista?
Como angariar votos com a denúncia, se ela traduz justamente um "suave deslizamento de votos na direção de Marcelo Freixo"?
Talvez a leitura dinâmica do texto, cujo título é "Freixo levou o Rio para a vida real", tenha levado essa legião de apoiadores mais afoitos a publicarem a jogada de parte do PMDB, ensaiada para ser executada debaixo dos panos, do pano verde, para não furar o feltro com a tacada arriscada.
Não contavam com a astúcia dos Chapolins Colorados, todos da turma do Chávez, para resolver a questão. É só boicotar a estratégia, mas e aí? Nulo ou o outro Marcelo?

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