Stefen Zweig...

A produção do filme "Stefen Zweig, adeus Europa" não se deu o mínimo trabalho de escolher uma locação que representasse Petrópolis, o último domicílio do extraordinário escritor alemão. As filmagens, inexplicavelmente, foram feitas em São Tomé e Príncipe, ex-colonia portuguesa na África, que não guarda semelhança alguma com a cidade serrana fluminense. Na década de 40 a área histórica de Petrópolis era exatamente o que é hoje, com seus casarões, sua herança imperial e uma forte influência alemã. Nada tinha a ver com o que o filme mostra, nem com o conjunto arquitetônico e paisagístico, e nem com as pessoas falando com acento fortemente lusitano.
Além disso, o filme dirigido por Maria Schroeder pouco se ocupa do pensamento de Zweig (Josef Hader, irretocável), detendo-se quase que unicamente nas características diplomáticas do escritor. Zweig e sua escolha do Brasil para viver seus últimos anos mereciam um filme melhor e mais honesto com as suas referências.A produção do filme "Stefen Zweig, adeus Europa" não se deu o mínimo trabalho de escolher uma locação que representasse Petrópolis, o último domicílio do extraordinário escritor alemão.
As filmagens, inexplicavelmente, foram feitas em São Tomé e Príncipe, ex-colônia portuguesa na África, que não guarda semelhança alguma com a cidade serrana fluminense. Na década de 40 a área histórica de Petrópolis era exatamente o que é hoje, com seus casarões, sua herança imperial e uma forte influência alemã. Nada tinha a ver com o que o filme mostra, nem com o conjunto arquitetônico e paisagístico, e nem com as pessoas falando com acento fortemente lusitano. Além disso, o filme dirigido por Maria Schroeder pouco se ocupa do pensamento de Zweig (Josef Hader, irretocável), detendo-se quase que unicamente nas características diplomáticas do escritor. Zweig e sua escolha do Brasil para viver seus últimos anos mereciam um filme melhor e mais honesto com as suas referências.

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