A roupa nova do rei (coleção Renan)

25/08/2017

O rato pode ter roído a roupa do rei de Roma, mas não a do rei de votos de cabresto, que já estava nu, peladão, e que agora quer vestir qualquer coisa resistente para sair culpando a rainha louca e ficar bem na foto. Mesmo que a foto seja com uma baita ratazana.

Os cães ladram e a caravana passa. Passa com os gatunos e ratos lá dentro. Passa com Renan à frente, apresentando Lula como maior atração do gran circo alagoano.

Na falta de mulher barbada, proibida pela política de gênero, uma vez combinada às ações contra esse gênero de bullying na política de direitos humanos, com todos os direitos reservados ao bilionário fundo democrático, vai o barbudo de sempre, ainda popular no pedaço, mas com as proféticas barbas de molho.

Lula e Renan são os organizadores oficiais da campanha antecipada que o TSE finge não ver lá de Brasília. Para tanto, o pai extremoso e o da pátria extremado contam com o auxílio do filhão governador, nepotismo circense.

A reeleição do rebento é a razão pela qual Renan não pode garantir o foro privilegiado de forma mais tranquila, que seria conseguida por meio de uma confortável cadeira na Câmara Federal.

Mesmo sendo considerada troca de cavalo para burro, não seria burro de arriscar a sela da montaria atual por uma cela com boi na Papuda.

O multirréu de dois dígitos do STF precisa desesperadamente ser reeleito senador para manter o privilégio supremo.

Já o messias do Bessias, o rei dos reis da cocada preta, esse necessita recuperar a prerrogativa de foro para não ser crucificado. Ou eletrocutado, melhor dizendo, como foi ao utilizar perigosa gambiarra em ligação com seu poste, coisa que só dá curto no circuito da primeira instância.

Para esconder sua nudez do povo conservador do nordeste, o rei agora acusa a gerentona que arruinou a Eletrobras de ser a gênia sapiens que queimou a sua lâmpada maravilhosa.

E tem rato que aplaude, em vez de roer o novo gibão real.

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