Don & Kim, uma questão de inveja

 

O mundo vive ultimamente sobressaltado por dois seres estranhos de cabelos esquisitos, brigando para ver quem tem o míssil maior. Embora eles sejam grandinhos o suficiente para entender que não importa o tamanho do instrumento balístico, mas sim a destruição que causa ao inimigo.

Eles fingem que surtam e todos vão para os abrigos. Eles declaram guerra pela TV ou pelo twitter e os países prendem a respiração. Não está mesmo cheirando bem.

A coisa é tão absurda que cada um tenta convencer o mundo que é o mais louco do que o outro. Para que suas ameaças tenham mais credibilidade. 

Não tenho medo que as ameaças se transformem em fatos. Estou convencido que o problema da dupla Don & Kim não é ideológico ou mesmo fisiológico. É pura inveja do outro. Daquelas que nem às paredes confesso.

Kim se corrói por desejar o bronzeado artificial e aquele tom alaranjado de cabelo – mas o outro não revela  a sua tintura – e por não ter como brincar com o Pateta na Disney (com o Mickey não, que é um rato capitalista). Os foguetes e as bombas nucleares foram sua segunda opção.

Don acha que nasceu para ser líder supremo, pai de uma nação que não o questione e reclame de suas maluquices. E, acima de tudo, um paraíso onde falaria you’re fired pra alguém e a pessoa será mesmo eliminada. 

É verdade que a inveja é uma m... . Mas não deixa de ser um alívio pensar que a expressão é morrer de inveja, não matar por inveja. 

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