Agentes secretos

Bond, James Bond.

Parece uma trama de 007 a serviço de Sua Majestade, mas falta saber se há alguma candidata a rainha da Inglaterra, a ser eleita com encargo de estabelecer senão a necessária pacificação do país, uma trégua de seis meses, prorrogáveis até quatro anos.

Um a um, morrem os outsiders, atingidos por estilhaços de ameaças. E quem fica parece querer outra coisa, talvez uma fração do espaço da mídia, que segue preferindo os presídios e seus estridentes arredores.

Se já não bastasse o esgarçado boné do incrível Huck, ontem saiu de cena mais um agente, não disposto a se expor como gente.

A prematura saída de quem jamais entrou de fato no páreo parece ser a tônica dessas eleições presidenciais brasileiras, onde faltam, inclusive, os tradicionais cavalos paraguaios.

Ninguém dispara, e cada avanço é um tropeço. O que eles querem como postulantes fakes são grandes incógnitas, desejos secretos às mais ousadas sondagens, se bem que confortáveis cadeiras no Congresso e espaços externos às prisões sejam bons palpites.   

Quem será o próximo a jogar o papel-toalha?

Para ficar apenas entre os profissionais, deixando de fora o Amoedo que busca o estabelecimento de um Novo objetivo, ainda há 007 pseudocandidatos na disputa: Temer, Rodrigo, Meirelles, Manuela, Boulos, Afif e Aldo.

Ficam Bolsonaro, Marina, Ciro, Alckmin e Poste - ou não.

OBS. Não incluí o Álvaro Dias a bem da forma do artigo, pois não conheço o agente 008, e também porque o político paranaense pode herdar um naco dos votos do agente Quim, Joa Quim.

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