Black life matters

 

Alegando que racismo é crime inafiançável e imprescritível, e que esse mal está disseminado no país de forma indisfarçável pela zelite branca, Gilmar mandou soltar Paulo Preto.

O paladino da justiça monocrática, que está para os homens de bens como o libertador do jugo espanhol estava para suas antigas colônias na América do Sul, o Bolívar de bolivarianos e rivais mostrou que sabe agradar a gregos e tucanos.

Ao cantar na freguesia de Serra como o passarinho Chávez gorjeia a Maduro, o incontinente ministro nada mais fez do que encampar sob sua acolhedora toga o movimento internacional afro-americano “Black lives matter”, trazendo ao nosso hemisfério o solitário grito contra o flagrante ativismo policial racista, truculência oficial infelizmente espalhada pelo norte do continente americano.

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